domingo, 16 de outubro de 2011

... lembranças, coincidencias, descobertas...

     ... mais ou menos dois dias depois voltaram para a minha cabeça as lembranças daqueles dias em 2006, e me dei conta que era ele a pessoa que ficava me observando na UnB. Contei para ele sobre essa história e ele confirmou que foi exatamente naquela época que gostou de mim. A partir daí começamos a conversar praticamente sempre, e eu chegava a ficar ansiosa pelo momento em que ia sentar na frente do computador, sabendo que ele estaria lá do outro lado para falar comigo. Sem querer nossos longos papos começaram a virar rotina e todos os dias estávamos lá, conversando e nos conhecendo mais e mais. O gosto de um pelo outro foi crescendo até que, quando menos esperávamos, estávamos apaixonados um pelo outro (e ainda estamos, só para constar, hehe). Descobrimos várias coisas em comum: o tipo de humor, a maneira de lidar com as situações no dia-a-dia, os gostos (e aí entram muuuitas coisas)...
     A maior e mais importante coincidência é a de que chegamos em um momento da vida em que falamos tudo para as pessoas "na lata", sem cerimônia. Por esse motivo prometemos sempre perguntar ao outro tudo o que quisermos saber, e sempre respondemos com franqueza.
     Graças a isso conseguimos cada vez mais descobrir, entender e ajudar o outro. Cada vez gosto mais das coisas que descubro sobre ele, sejam boas ou ruins, pois me revelam quem ele é, e cada vez mais gosto dessa pessoa que estou descobrindo...

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