quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Os dois lados de uma mesma moeda

    As semanas foram passando e, toda vez que eu o encontrava na UnB, a situação se repetia: eu percebia que ele parava o que estava fazendo e prestava atenção em mim. Por esse motivo eu sempre tratava de andar rapidinho para onde quer que estava indo, para não morrer de timidez! Pensava seriamente que ele não ia com a minha cara...
     Naquela mesma época em que ingressei no curso ele deu seu concerto de formatura. Obviamente aquela situação parou de acontecer pois ele já não ia mais ao Departamento de Música com tanta frequência. Acabou que só cheguei a conhecê-lo pessoalmente 1 ou 2 anos depois, por intermédio do meu atual namorado na época. Aos sermos apresentados encarei como se nada tivesse acontecido, e pude descobrir que ele é uma pessoa incrível, além de super engraçado! Também fiquei aliviada por perceber que ele não tinha nada contra mim...
     Nunca chegamos a comentar sobre aqueles dias no início do meu curso, e confesso que cheguei a esquecer de tudo aquilo que havia acontecido. E nossas vidas foram seguindo...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Paralelas cruzadas pela vida mas separadas pelo destino"


...conforme o tempo foi passando, pouca coisa mudou, toda vez que ela passava por mim eu perdia o meu foco, minha linha de pensamento, até o rumo... rs
            Nessa época eu tinha um grande amigo de papo, Caetano Rojas, o cara é muito divertido e até rolava uns “papos-cabeça” muito legais, quando eu tomei coragem pra contar a ele (nesse caso pra alguém), ele me conta que estava muito afim de alguém e quando eu fui ver... quem era??? #silencio cadavérico a Jéssica, a menina que eu estava meio que platonicamente apaixonado... óbvio que eu incentivei meu amigo a correr atrás (coisa que eu mesmo não tinha coragem de fazer) e deu certo... eles namoraram... nessa época eu até namorei outra menina... e obviamente evitei ficar olhando pra ela... a vantagem é que a conheci pessoalmente e vi o quanto ela é maravilhosa... mas como disse antes... o destino nos reserva grandes surpresas...

domingo, 25 de setembro de 2011

O outro lado do inicio


       Era mais uma manhã de aula na universidade, e como sempre desci para a parada de ônibus da quadra onde morava na época. Enquanto esperava meu ônibus chegar um outro parou, e de lá desceu uma pessoa que eu não fazia idéia do quanto era especial. Naquele momento só conseguia me sentir intimidada, pois ele não tirava os olhos de mim. De primeira o olhar dele me chamou a atenção: era firme, profundo, e queria dizer várias coisas. Eu, tímida, nada fiz além de fingir que nada acontecia.
       Mais tarde naquele mesmo dia, qual não foi minha surpresa ao vê-lo no Departamento de Música da UnB, conversando com outros colegas de lá. Percebi que a surpresa não foi só minha, de repente nos demos conta de que fazíamos o mesmo curso! Continuei intimidada, pois não sabia porque ele me olhava daquele jeito... "ou gostou de mim ou tem algo contra!" - foi o meu pensamento naquele e nos dias seguintes.

O início de tudo


Tudo começou em meados de 2006, eu tinha terminado um namoro e estava querendo outra pessoa, foi quando em uma manhã aparentemente normal eu estava indo pra uma aula na faculdade, nessa época eu pegava dois ônibus e levava 1h pra chegar à faculdade, na transição entre um ônibus e o outro que eu encontrei a pessoa que viria a ser o amor da minha vida, a Jéssica estava paradinha, quietinha aguardando o mesmo ônibus que eu, obvio que eu não sabia né... Mas eu me encantei assim que vi, não consegui tirar os olhos dela, do cabelo, dos olhos, do corpo, de tudo!!! Tudo que eu via nela me encantava...
Pra minha surpresa, ela foi pro mesmo lugar que eu, no Departamento de Música da Universidade de Brasília, quando eu a vi lá eu fiquei muito surpreso e feliz ao mesmo tempo, aquela menina linda, charmosa e atraente ali... Perto de mim... Mas eu era arrogante demais pra perceber o que eu teria de fazer pra ter uma mulher como ela... Porém a gente nunca sabe o que o destino nos reserva...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Wouldn't it be nice...


Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know it's gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was never ending
Wouldn't it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray
It might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But let's talk about it
Wouldn't it be nice

You're my only hope!

There's a song that's inside of my soul
Its the one that I've tried to write over and over again
I'm awake in the infinite cold
But you sing to me over and over and over again

Chorus:
So I lay my head back down
And I lift my hands and pray to be only yours
I pray to be only yours
I know now you're my only hope

Sing to me the song of the stars
Of your galaxy dancing and laughing and laughing again
When it feels like my dreams are so far
Sing to me of the plans that you have for me over again

Chorus

I give you my destiny
I'm giving you all of me
I want your symphony
Singing in all that I am
At the top of my lungs
I'm giving it back